Secretário de Cultura Claudio Abrantes promove reunião em diálogo com movimentos culturais do DF

Realizado nesta quinta-feira (3/8), o encontro reuniu cerca de 250 representantes da cultura de diversas regiões do DF

 

O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, se reuniu nesta quinta-feira (3/8) com representantes dos fóruns de cultura da capital para ouvir as expectativas do setor. O encontro reuniu cerca de 250 pessoas e ocorreu no auditório da Biblioteca Nacional, onde funciona a pasta.

Conforme relatado em carta entregue a Claudio Abrantes, essa abertura de diálogo era esperada havia anos. Assinada pelo Fórum de Cultura do DF, Frente Unificada da Cultura, Movimento Cultural Organizado SD, o documento contém as demandas do segmento da cultura local.

“Considero de extrema importância abrir e manter o diálogo franco com os representantes da cultura de Brasília. Daqui pra frente, a meta é trazer cada vez mais entes culturais do DF até esta casa, e que daqui saiam as ações necessárias para fortalecer a nossa cultura”, destacou Claudio Abrantes.

As demandas entregues a Claudio Abrantes trazem temas como a estruturação de pontos da Lei Orgânica da Cultura (LOC), o Fundo de Apoio à Cultura (FAC), Lei Paulo Gustavo, Carnaval e outros.

“É pelo diálogo que iniciamos nossa gestão na Cultura, é pelo diálogo e pela ação que vamos seguir trabalhando. Tratam-se de demandas que eu já conheço, e algumas outras que nos estão sendo apresentadas”, observou o Secretário.

Para o maestro Rênio Quintas, coordenador do Fórum de Cultura do DF, o encontro com o secretário confirmou um novo momento na cultura da capital, e renovou as perspectivas do segmento. “Foi uma excelente reunião, os movimentos culturais compareceram em peso, trazendo diversas linguagens. Pudemos dialogar com o secretário, que conhece nossas dores, e foi um dos parlamentares que ajudaram a amadurecer e aprovar a LOC, a lei mais completa do Brasil voltada ao segmento”, enfatizou Quintas.

“Quando falamos em cultura, falamos em manutenção de nossas raízes, de preservação de nossa identidade, por meio da arte, da expressão. Mas falamos também do sustento de inúmeras famílias, por meio da arte, da realização de eventos. Daí o termo Economia Criativa, uma vez que a cultura movimenta a economia”, lembrou Claudio Abrantes.

Além de Claudio Abrantes, a reunião contou com a presença de sua equipe da Secretaria de Cultura, parlamentares e representantes de várias áreas do Distrito Federal, como Ceilândia, Planaltina, São Sebastião, Guará, Taguatinga e outras.

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