Em cenário ainda aberto, Paula Belmonte ganha espaço na disputa pelo Buriti

Pesquisas apontam crescimento da pré-candidata, que se aproxima dos 10% das intenções de voto. Com mais de 60% de eleitores indecisos e baixa rejeição, deputada mantém decisão de disputar o governo

Em 1º de Agosto de 2026 – Por Blog do Candango

Foto: Luís Tajes

Se há um consenso nos bastidores da política do Distrito Federal, é que Paula Belmonte deixou de ser apenas uma aposta para se tornar uma das protagonistas da disputa pelo Palácio do Buriti. O crescimento registrado nas pesquisas e a combinação entre baixa rejeição e discurso de combate à corrupção fizeram da deputada um dos nomes mais cortejados para a composição de chapas majoritárias.

As pesquisas internas mais recentes mostram que a pré-candidatura segue em trajetória de crescimento. Depois de iniciar o processo com cerca de 2,5% das intenções de voto, Paula Belmonte já aparece próxima dos 10% em levantamentos internos.

Esse desempenho tem relação direta com sua trajetória política. Ao longo dos últimos anos, Paula construiu uma imagem associada à fiscalização do poder público, ao enfrentamento da corrupção e à defesa da boa gestão dos recursos públicos. Esse perfil levou diferentes grupos políticos a enxergarem seu nome como um ativo importante para a eleição de 2026, tornando-a uma das pré-candidatas mais procuradas para ocupar a vaga de vice-governadora.

Apesar das investidas, Paula tem sido categórica ao afirmar que não abre mão de disputar o Governo do Distrito Federal como cabeça de chapa. Desde que anunciou a pré-candidatura, tem dito que seu projeto é liderar uma alternativa de gestão para Brasília, baseada na ética, na eficiência e no cuidado com as pessoas.

Os indecisos vão decidir

Outro dado que chama atenção é o elevado percentual de eleitores indecisos. Todas as pesquisas são unânimes: mais de 60% do eleitorado ainda não definiu o voto. O cenário demonstra que a disputa permanece aberta e que há amplo espaço para crescimento das candidaturas.

Nesse contexto, outro indicador favorece Paula Belmonte: ela registra o menor índice de rejeição entre os principais nomes colocados para a disputa ao Governo do Distrito Federal. Em eleições majoritárias, baixa rejeição costuma significar maior potencial de crescimento à medida que o eleitor conhece melhor os candidatos e suas propostas.

A combinação entre crescimento nas intenções de voto, baixa rejeição e um eleitorado majoritariamente indeciso indica que a corrida ao Buriti ainda está longe de estar definida. Às vésperas do início oficial da campanha, o cenário segue aberto e oferece espaço para mudanças significativas.

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