DEU CHUCHU NO BALAIO! Festa da Agepol vira “Abraçômetro” de Arruda, Nugoli e Tabanez, e deixa Wellington Luiz na saudade
O GRANDE FEIRÃO DA ADESÃO: Arruda, Nugoli e Tabanez ganham “banho de loja” afetivo na Agepol e Wellington Luiz descobre que amor de político dura menos que bateria de celular velho
Em 08 de junho de 2026 – Redação
O clima esquentou — e não foi por causa do feijão gordo — na última festança realizada na Agepol. Quem passou pelos salões da Associação dos Policiais Civis do DF jurava que não estava em um evento social, mas sim na rampa de lançamento de um novo foguete político.
O termômetro do “abraçômetro” quebrou. O ex-governador Arruda, o delegado Nugoli e o agente da PCDF Tabanez foram recebidos com tapete vermelho, confete e aquele carinho caloroso que só a “família PCDF” sabe dar quando decide mudar o rumo do vento. Era tanto tapinha nas costas, aperto de mão e promessa de apoio por metro quadrado que faltou ar para os assessores do parlamentar atual passarem.
O “Wellington-móvel” perdeu o freio?
Enquanto Arruda, Nugoli e Tabanez desfilavam faceiros, distribuindo sorrisos dignos de comercial de pasta de dente, o fantasma do isolamento político assombrava as mesas. O comentário geral, entre um espetinho e outro, era um só: a classe policial parece ter puxado o freio de mão para o atual presidente da CLDF, Wellington Luiz.
“A fila andou e o Wellington ficou na rodoviária esperando o ônibus que já passou”, cochichou um antigo veterano da corporação, enquanto limpava o bigode sujo de maionese.
A debandada generalizada desenhou o cenário que muitos já previam nos corredores do poder: a base cansou das velhas promessas e resolveu reabastecer a viatura no posto da oposição interna. A classe praticamente carimbou o passaporte de adesão ao projeto dos novos pré-candidatos, deixando claro que, na PCDF, a fidelidade política tem prazo de validade — e o de Wellington parece ter vencido.
O milagre da multiplicação dos apoios
Arruda, que conhece os corredores do DF melhor do que os engenheiros que projetaram Brasília, operou mais um de seus milagres políticos: fez a categoria esquecer o passado, focar no futuro e abraçar o presente com o fervor de um jovem apaixonado. Ao seu lado, Nugoli e Tabanez jogavam em casa, surfando na onda do “sangue do meu sangue”, deixando claro que, na política da segurança, o corporativismo fala mais alto — principalmente quando o cheiro de poder muda de lado.
Para Wellington Luiz, sobrou o papel mais triste da política brasiliense: o de assistir, de camarote e com um sorriso amarelo, a sua antiga base carimbando o passaporte de adesão ao projeto alheio. É, nobre deputado, quem avisa amigo é: na Agepol, o estoque de lealdade acabou e o novo carregamento já veio com o nome de Arruda, Nugoli e Tabanez na nota fiscal.
Fiquem ligados, candangos, porque o jogo das cadeiras na segurança pública começou e o som da música já parou para alguns!

