A “Dama de Ferro” virou a “Dama de Vidro”? O Dilema de Bia Kicis
Em 29 de dezembro de 2025 – Redação
Se você achava que o clima no PL-DF estava morno, prepare a pipoca. O boato que corre nos corredores (e nos grupos de WhatsApp com nomes patrióticos) é que a nossa intrépida Bia Kicis pode estar com um pé fora da canoa de Valdemar Costa Neto. O motivo? A tal da nominata para o Senado. Parece que o tapete vermelho que ela esperava está mais para um capacho de “volte amanhã”.
O “Exílio” Estratégico
Dizem as más línguas que, se o PL decidir que o Senado é areia demais pro caminhão da deputada (ou se preferirem nomes mais… digamos… “maleáveis”), Bia já estaria de malas prontas. Mas não para qualquer lugar! Ela busca um partido que tenha alergia crônica ao Palácio do Buriti.
🥊 O Ringue: Bia vs. Ibaneis
Se tem uma coisa que Bia Kicis gosta tanto quanto de uma live no Facebook, é de manter distância do Ibaneis Rocha. Para ela, o governador é como aquele primo que usa terno brilhoso: ela tolera no Natal, mas não quer no mesmo palanque.
Se ela migrar para um partido de oposição real ao “Ibaneis-futebol-clube”, teremos o seguinte cenário:
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A “Traída”: Bia adotará o figurino de mártir, perseguida pelo “sistema” e pelos caciques locais.
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O “Inimigo”: Ibaneis vira o alvo principal. Cada buraco no asfalto do DF será culpa da “velha política” que barrou a ascensão da defensora da liberdade.
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O Novo Partido: Imagine a cena. Bia chegando em uma legenda que não reza a cartilha do Buriti, pronta para ser a “outsider” de luxo, mesmo estando no poder há anos, e impulsionando a candidatura de outra pessoa.
📋 O que isso significa para o eleitor?
Se essa mudança de ares se concretizar, o eleitor do DF vai presenciar uma campanha digna de novela mexicana:
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Doses cavalares de sarcasmo nas redes sociais.
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Indiretas (bem diretas) sobre quem é “conservador de verdade” e quem é “conservador de conveniência”.
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A busca desesperada por um novo número para decorar, já que o “22” pode virar coisa do passado.
Nota de Rodapé: No fundo, a política brasiliense é como uma dança das cadeiras, mas com a música tocada por uma orquestra que desafina de propósito. Bia Kicis sabe que, no Senado, a cadeira é confortável, e ela não parece disposta a ficar de pé assistindo Ibaneis ditar o ritmo.

