O Grande Blefe do Buriti: Ibaneis desiste do Senado e deixa um rastro de “viúvas” desesperadas no DF
Ibaneis desiste do Senado e descobre que o “foguete de ré” também consome combustível
Em 09 de julho de 2026 – Por Redação Blog do Candango
O mundo político do Distrito Federal foi abalado por um terremoto de magnitude zero nesta semana. O ex-governador Ibaneis Rocha, após meses ensaiando uma caminhada triunfal rumo ao Senado Federal, resolveu dar o drible da vaca na própria militância e… desistiu. Isso mesmo. O homem do chapéu de palha resolveu que o aconchegante sofá de sua mansão é mais seguro do que o asfalto quente da disputa majoritária.
Nos bastidores do Palácio do Buriti, o clima é de “eu já sabia”, mas com aquele toque de drama grego. Interlocutores juram de pé junto que a decisão foi puramente “familiar e estratégica”. Traduzindo do dialeto político para o bom português candango: o governador olhou para as pesquisas, olhou para o retrovisor, viu o tamanho do teto de vidro e achou melhor não arriscar o CPF em uma disputa onde a vidraça é gigante e a pedra é de graça.
O Choro das Viúvas: O Grande Golpe da Janela Partidária
Mas a verdadeira tragédia dessa desistência não é o futuro de Ibaneis, e sim o rastro de “viúvas” que ele deixou chorando no meio da pista. O governador passou os últimos meses agindo como um verdadeiro padrinho de casamento, arrastando uma penca de pré-candidatos para partidos de sua conveniência sob a promessa de que “o chefe estaria na cabeça da chapa para puxar os votos”.
Agora, a realidade bateu na porta e o choro é livre na CLDF e nos diretórios parceiros. Teve político de mandato e neófito que mudou de legenda na janela partidária jurando que pegaria carona no transatlântico de Ibaneis, e agora descobriu que foi abandonado em um bote inflável sem remo.
A cena é digna de novela mexicana:
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Os deserdados: Pré-candidatos a deputado distrital e federal que aceitaram ir para siglas mais difíceis (as famosas “nominatas da morte”) achando que o fundo partidário e o prestígio do governador salvariam suas peles.
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O desespero: O telefone de Ibaneis agora deve estar mais congestionado que o trânsito da Epia na sexta-feira no fim da tarde, cheio de aliado cobrando: “E agora, chefe? Vim para cá por sua causa!”
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A resposta do Buriti: Um silêncio sepulcral ou um tapinha nas costas com o clássico “Vá à luta, meu filho, a política é dinâmica”, Celina abriu um champanhe.
O “Tô fora” mais ensaiado de Brasília
A desistência ao Senado lembra muito aquele convidado que passa a festa inteira dizendo que vai embora, só para ver se alguém implora para ele ficar. Como o clamor popular das massas não exatamente parou o trânsito do Eixão, o governador achou por bem recolher os trens de pouso.
Dizem as más línguas que a bancada aliada respirou tão aliviada que deu para ouvir o vento lá em Planaltina. Afinal, sem Ibaneis na liderança da chapa, o “salve-se quem puder” virou a nova modalidade olímpica da capital.
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O plano oficial: Cuidar dos negócios, da família e curtir a merecida aposentadoria política.
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O plano real: Evitar o risco de passar o próximo ano prestando depoimentos sem o sagrado foro privilegiado, caso a oposição resolva revirar os arquivos do GDF.
Quem herda o espólio?
Agora, a corrida pela vaga que Ibaneis desdenhou virou um misto de “Dança dos Famosos” com “Jogos Vorazes”. Tem suplente achando que é titular, deputado jurando que tem envergadura nacional e muito aliado de primeira hora que já está apagando as fotos com o governador das redes sociais para ver se cola com o próximo favorito da vez.
No final das contas, Ibaneis sai de cena fingindo que o controle da situação sempre esteve em suas mãos. Mas Brasília sabe: na política do DF, quem muito recua acaba batendo com a traseira no Palácio. Resta saber se o governador vai conseguir manter a influência de dentro do seu escritório de advocacia ou se suas “viúvas” vão achar outro padrinho antes mesmo do início oficial da campanha.
Segurem as perucas, porque o chororô nos bastidores está só começando!


