O Abraço do Afogado: Deputado Distrital Como se Suicidar Politicamente com Estilo (e uma Linha de Crédito)

Um prato cheio! Nada como o aroma de “acordos republicanos” e o som de cadeiras legislativas rangendo sob o peso de alianças duvidosas logo cedo

Em 02 de março de 2026 – Redação

Senhoras e senhores, preparem a pipoca e escondam os cartões de crédito, porque o espetáculo na CLDF (Câmara Legislativa do Distrito Federal) atingiu aquele nível de entretenimento que só o desespero político consegue proporcionar. O enredo da vez? A Grande Operação Salva-Ibaneis, patrocinada por quem deveria estar fiscalizando, mas prefere estar… digamos… “em dívida”.

1. Votar com a “Consciência” (ou com o Gerente do Banco)

Nossos bravos deputados distritais estão diante de um dilema digno de tragédia grega: salvar o governador ou manter a dignidade. Spoiler: a dignidade já foi empenhada no BRB faz tempo. Votar para blindar o “Buriti” não é apenas um gesto de amizade; é quase um pacto de sangue, onde o sangue, no caso, é o imposto do contribuinte servindo de lubrificante para as engrenagens da “governabilidade”.

2. O BRB: O Triângulo das Bermudas das Finanças Públicas

Sabe aquele amigo que te convida para um negócio “imperdível” e você acaba devendo até a alma? Prazer, BRB. Para os deputados, o banco parece ser o porto seguro — ou o fundo do poço, dependendo de quem olha.

  • A estratégia é clara: Se o governador cair, quem vai segurar o rojão das nomeações, dos patrocínios em eventos de motoclube, das entradas no jogo do Flamengo e das linhas de crédito “camaradas”?

  • O resultado: Eles votam para salvar o Ibaneis e, no processo, amarram uma bigorna no pescoço chamada “gestão temerária”. É o suicídio político mais bem financiado da história do DF.

3. Enterro de Luxo

O mais poético disso tudo é a lealdade canina. É emocionante ver um parlamentar se enterrar vivo junto com o Executivo. É quase romântico, se não fosse trágico para quem mora em Ceilândia ou no Sol Nascente e vê o dinheiro do banco oficial de Brasília sumir em “estratégias de mercado” enquanto a saúde pública respira por aparelhos (que provavelmente estão sem manutenção).


Nota de Rodapé: Se você vir um deputado distrital sorrindo hoje, verifique se não há uma marca de batom do Ibaneis na bochecha ou um extrato negativo do BRB no bolso.

                                                                                    Foto gerada por IA

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