Fevereiro: O mês que promete durar um século para Ibaneis
Ibaneis no alvo: Depois do janeiro catastrófico com o BRB, o governador agora encara o legislativo e a CPI de frente. É o “ano novo” começando do jeito que ele mais temia
Em 02 de fevereiro de 2026 – Redação
Janeiro Branco? Só se for de Paz (que ele não teve)
Dizem que o ano só começa depois do Carnaval, mas para o governador Ibaneis Rocha, o mês de janeiro foi um “intensivão” de como não tirar férias. Enquanto Brasília tentava entender se o clima era de seca ou de dilúvio, o Palácio do Buriti virou uma espécie de ringue de patinação no gelo — só que o gelo era o caso BRB/Master e o governador estava de patins de rodinha.
Foi um massacre tão constante que a oposição nem precisou de assessoria de imprensa; os fatos se encarregaram do marketing negativo por conta própria.
Fevereiro: O “Desejo de Março” antecipado
Se Ibaneis achou que o pior já tinha passado, temos péssimas notícias vindas diretamente da Praça dos Três Poderes local:
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A Volta dos Que Não Foram: O legislativo retoma os trabalhos hoje. E sabe como é parlamentar voltando de recesso, né? Estão todos com aquela energia acumulada de quem quer mostrar serviço (ou, no mínimo, garantir um lugar nos holofotes). A cobrança sobre o rolo do banco não vai ser apenas “intensa”, vai ser trilha sonora de filme de suspense.
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O Convite que Ninguém Quer: Ser chamado para depor em CPI é como receber aquele convite de casamento de um primo que você não gosta: você sabe que vai gastar o que não tem e sair de lá com dor de cabeça. Ibaneis agora terá que exercitar sua oratória para explicar o inexplicável sob a luz fria das câmeras da comissão.
O “Novo” Ano Começa Agora
Em resumo, o janeiro de Ibaneis foi apenas o trailer de um filme de drama com pitadas de humor ácido. Agora, com a caneta na mão e a oposição no pé, o governador vai descobrir que o mês de fevereiro em Brasília tem muito mais do que 28 dias — ele tem cara de eternidade.


